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Abad: atacarejo inaugura 50 lojas e tem alta nominal de 12% nas vendas


Com a abertura de cerca de 50 lojas novas em um ano, o atacado de autosserviço, conhecido como atacarejo registrou alta de 12% no faturamento nominal no ano passado. Os dados são de pesquisa da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad) em conjunto com a Nielsen.

O ritmo de crescimento foi superior ao da média do setor atacadista e distribuidor, que teve alta nominal de 3,1% nas vendas em 2015; em termos reais, houve queda de 6,8%, encerrando-se 2015 com um faturamento de R$ 218,4 bilhões.

A Abad destaca que a participação do segmento no total dos resultados ainda é pequena diante das mais de 5 mil empresas de atacado registradas no Brasil. A pesquisa avaliou os resultados e as expectativas de 544 atacadistas. Entre os pesquisados, 43,3% atuam no modelo de distribuidor; 31,9% no modelo de atacado com entrega e 19,3% no modelo atacado de autosserviço.

A entidade ressalta, porém, que esse formato de loja do atacarejo tem ganhado espaço sobretudo nas regiões Sul e Nordeste. Os atacadistas de grande porte, entre os quais há nomes do atacarejo, cresceram 17,7% na região Nordeste, e 11,6%, na região Sul, de acordo com a Abad. Apesar da expansão em outras regiões, mais da metade do faturamento do atacado de autosserviço ainda vem do Sudeste, detectou a pesquisa. De acordo com o levantamento, 60% das empresas ainda acreditam em crescimento de vendas este ano. Apesar disso, as companhias estão segurando investimentos. Na maior parte delas, os gestores pretendem apenas manter a maioria os investimentos, sem ampliá-los. A intenção de ampliar os aportes só é mais notável em áreas como tecnologia da gestão e sistemas de informação, em que mais de 50% das empresas disseram que vão alocar mais recursos. 


Presidente da CNTC debate impactos das fusões de grandes grupos econômicos

A 5ª mesa do 10º Congresso da Federação dos Empregados no Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecosul), promovida na quinta-feira (21), intitulada “Os impactos dos grandes grupos econômicos e as mudanças no setor do comércio”, teve como coordenadores a presidente do Sindicato dos Comerciários de Taquara e secretária da Mulher da Fecosul, Silvana Maria da Silva; e o presidente do Sindicato dos Comerciários de São Luiz Gonzaga e secretário de Patrimônio da Fecosul, Américo Fabrício Pereira.

O primeiro palestrante foi o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), Levi Fernandes Pinto, que iniciou falando da grande satisfação de ser convidado para participar do congresso. “Esse não é um tema fácil de abordar. Há algumas décadas, a grande maioria dos países, assim como o Brasil, vivencia o fenômeno da globalização, que engloba relações culturais, de trabalho e o capital financeiro. Esse processo das relações sociais tem conferido agilidade e volatilidade ao capital e fortalecido, sobretudo, o poder econômico”, afirmou. Contudo, segundo Levi, a globalização extinguiu diversas garantias, direitos e conquistas dos trabalhadores, as quais foram conquistadas ao longo de anos de luta. “Esse excesso de poder nas mãos do capital está levando à precarização das relações de trabalho e, sobretudo, há um grande enfraquecimento da representatividade dos trabalhadores através das entidades sindicais”, alertou.

Diante desse quadro, o presidente da CNTC defendeu a coalizão dos trabalhadores e de seus sindicatos em nível nacional e internacional. “Tal união dos trabalhadores e dos sindicatos visa fazer valer direitos adquiridos, mas que estão sendo esmagados diante desta nova realidade, e também possibilitar a busca por novos direitos. Tornou-se necessária uma reação dos trabalhadores a qual ocorre lentamente através da reunião dos sindicatos em âmbito nacional e mundial, não mais nos moldes antigos, e também através das, ainda iniciais, negociações coletivas internacionais”.

Levi citou a participação do presidente da Fecosul, Guiomar Vidor, como integrante da diretoria de Negociação Coletiva e Relações do Trabalho da CNTC, que tem o objetivo de promover e dar suporte às negociações coletivas com os grandes grupos econômicos com a atuação específica no comércio. A Confederação já realizou diversas viagens a fim de se reunir com multinacionais, como Carrefour, Wallmart e Zara. Para finalizar, o presidente da CNTC afirmou que é uma honra contar com a Fecosul nas lutas por melhores condições de trabalho aos comerciários.

O segundo palestrante da mesa foi o coordenador de Relações Sindicais do DIEESE, José Silvestre, que iniciou sua fala abordando a importância do comércio na economia do país, respondendo por 12,3% do PIB brasileiro. No Estado, o setor é o terceiro em número de trabalhadores. O especialista tratou dos processos de fusão e aquisição no comércio, que apesar de não serem novidade no país, ganharam um novo impulso alcançando recordes de operações, no período recente. “A partir de 2009, esse intenso movimento de fusões e aquisições no varejo pode ser retratado pelas megaoperações entre Ponto Frio e Pão de Açúcar, Casas Bahia e Pão de Açúcar”.

Sobre as fusões no setor supermercadista, Silvestre aprofundou-se mais por algumas aquisições terem acentuado o grau de concentração do segmento, além de ter aumentado expressivamente a participação de redes estrangeiras no país, como o francês Carrefour e a norte-americana, Wallmart. O coordenador do DIEESE trouxe para a discussão também o e-commerce e as vendas a partir de plataformas digitais, que segundo pesquisa, até 2018, será responsável por 26% das vendas totais do varejo – o dobro do percentual registrado em 2013. Entre os setores com maior participação nas vendas online estão moda e acessórios (18%), e saúde e cuidados com a beleza (16%).

Sobre os impactos das fusões e aquisições para os trabalhadores estão: maior flexibilidade das relações de trabalho; demissões; intensificação do ritmo de trabalho; impactos na negociação coletiva, impactos territoriais e sociais, e insegurança pelas mudanças nas metas empresariais. Os principais desafios enfrentados pelos trabalhadores brasileiros, apontados por Silvestre, estão: baixa remuneração, elevada rotatividade, informalidade, extensas jornadas, concentração de capital, e-commerce, e novas tecnologias. Para finalizar, citou as possibilidades que as fusões podem proporcionar aos comerciários: data-base unificada, construção e estratégia unitária da categoria do comércio, piso unificado nacionalmente, e acordo coletivo nacional com as grandes redes.A discussão teve ampla participação dos delegados, que contribuíram com dúvidas e informações.

Com informações da Fecosul

Assessoria de Comunicação da CNTC
(61) 3217-7118


Nordeste lidera em empresas

Na participação por região no ranking Abad/Nielsen 2016, o Nordeste continua com o maior número de empresas. Das 544 companhias atacadistas e distribuidoras analisadas pelo estudo, 193 delas estavam localizadas na Região Nordeste. No Centro-Oeste, o número foi de 99 companhias. No Sudeste 87, no Sul 84 e no Norte apenas 81 empresas. Quando se trata do faturamento, no entanto, a Região Sudeste desponta com 39% do faturamento total das empresas participantes, 10 pontos percentuais a mais do que a segunda colocada da lista, a Região Nordeste. O Sul foi responsável por 16% do faturamento, seguido pelo Centro-Oeste, com 9%, e pela Região Norte, com apenas 7%.


Petrobras, Estado da Bahia e Bompreço são os maiores devedores no TRT5-BA

A Coordenadoria de Estatística e Pesquisa do Tribunal Superior do Trabalho (TST) divulgou, no último dia 20 de abril, o ranking dos dez maiores devedores na Justiça do Trabalho em todo o país, com base em levantamento feito em todos os Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs). Na Bahia, a Petrobras Petróleo Brasileiro S.A., com 3.328 ações; o Estado da Bahia, com 2.152; e o Bompreço Bahia S.A., com 1.289 processos; lideram o topo dos três maiores litigantes, com base no total de processos que cada devedor registrou no ano de 2015. Outras sete empresas - a maioria da iniciativa privada - também integram a lista (veja tabela acima), e juntas, totalizam 13.486 demandas em andamento na Justiça do Trabalho baiana.

Já na relação de devedores perante o TST, a União Federal ocupa o primeiro lugar na lista de maiores litigantes, com quase 16 mil processos. Em seguida estão a Caixa Econômica Federal (CEF), o Banco do Brasil S. A., a Petróleo Brasileiro S. A. (Petrobras) e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). Em sexto e sétimo lugares, o ranking traz dois bancos privados, o Itaú Unibanco S. A. e Banco Santander S. A., seguida de dois fundões de pensão: a Fundação dos Economiários Federais (Funcef) e a Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros).

O levantamento faz parte de uma das metas do Plano Estratégico da Justiça do Trabalho 2015-2020, destinada a identificar e reduzir em 2% o acervo dos dez maiores litigantes em relação ao ano anterior. A divulgação visa reduzir o quantitativo de processos acumulados das pessoas jurídicas ou físicas que detêm a maior concentração de ações nos TRTs e no TST. Bancos, varejo, telefonia, produtoras de petróleo, siderúrgicas, construtoras, empresas públicas, mineradoras e produtoras de alimentos figuram entre as maiores litigantes em âmbito nacional, com base nos dados fornecidos pelo TST e pelos 24 Tribunais Regionais do Trabalho.

SEMANA DA CONCILIAÇÃO - Na tentativa de reduzir o acervo de processos de maneira conciliatória, a Justiça do Trabalho promove anualmente a Semana Nacional da Conciliação Trabalhista. Em 2016, o evento acontece de 13 a 17 de junho nos órgãos da Justiça do Trabalho de 1º e 2º graus. Empresas interessadas em propor acordos devem procurar o Tribunal Regional do Trabalho da sua região, os Núcleos de Conciliação da Justiça do Trabalho ou a vice-presidência Tribunal Superior do Trabalho.

 

Centrais cobrarão de Temer reformas que não prejudiquem direitos

Em encontro com vice-presidente Michel Temer (PMDB) nesta terça-feira (26), em Brasília, dirigentes de quatro centrais sindicais –Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores), CSB (Central Sindical Brasileira) e Nova Central Sindical de Trabalhadores– cobrarão que o peemedebista se comprometa com uma reforma da Previdência que não mexa nos direitos dos trabalhadores.

Os sindicalistas dirão a Temer que não apoiam e nem apoiarão qualquer proposta similar à do governo Dilma Rousseff (PT), que estabelece, entre outros pontos, idade mínima para a aposentaria.

Em seu programa “Uma Ponte para o Futuro”, o PMDB pede, no entanto, idade mínima para aposentadoria para aliviar as contas públicas.

No programa com propostas econômicas lançado em outubro do ano passado, o partido diz que “é preciso ampliar a idade mínima para a aposentadoria, de sorte que as pessoas passem mais tempo de suas vidas trabalhando e contribuindo, e menos tempo aposentados”.

O documento peemedebista sustenta ainda que é “preciso introduzir, mesmo que progressivamente, uma idade mínima que não seja inferior a 65 anos para os homens e 60 anos para as mulheres, com previsão de nova escalada futura.

“Temos uma agenda trabalhista voltada para o desenvolvimento e o crescimento econômico e queremos debater isso como o Temer”, afirmou àFolha o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força.

No documento que será entregue ao vice-presidente no encontro no Palácio do Jaburu, as centrais dizem também que “os brasileiros –principalmente os menos favorecidos economicamente– estão cansados do desajuste da economia” e que o eventual governo Temer deve se comprometer com uma agenda que esteja “voltada para o desenvolvimento e o crescimento econômico e também para a distribuição de renda”.

“Nós, trabalhadores, destacamos a necessidade da imediata retomada do crescimento econômico, da geração de emprego, de renda e da preservação e ampliação dos direitos trabalhistas e das conquistas sociais”, diz o texto.

Além da questão da Previdência, o texto elaborado pelas centrais sindicais elenca outros pontos essenciais aos trabalhadores em uma provável gestão de Temer.

Estão entre elas: “a correção da tabela do Imposto de Renda; a renegociação da dívida interna; o fortalecimento e retomada do protagonismo histórico do Ministério do Trabalho juros menores, voltados ao consumo e aos investimentos no comércio e na indústria; e inclusão de representantes do capital e do trabalho no Comitê de Política Econômica do BC”.

Os sindicalistas pediram o encontro com Temer para “marcar posição” e “garantir espaço” às suas demandas, principalmente depois de o vice ter recebido representantes da indústria, neste domingo (24), no Palácio do Jaburu.

Fonte: Folha

     
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